quinta-feira, 10 de abril de 2014

Alimentos ameaçados de extinção?

Coma enquanto é tempo. Guaraná, pinhão e pirarucu são algumas das comidas brasileiras que podem não existir mais daqui a uns anos.


 https://bio-orbis.blogspot.com/2014/04/alimentos-ameacados-de-extincao.html

VAMOS DESCOBRIR QUAIS...

A Arca do Gosto é um programa da Fundação Slow Food que, desde 1996, procura identificar e divulgar sabores esquecidos ou ameaçados de extinção. A lista hoje reúne mais de mil produtos originários de cerca de 70 países, todos ligados a formas tradicionais de cultivo ou extração. Desses alimentos, 24 são brasileiros. Veja alguns abaixo:

GUARANÁ NATIVO


Fonte da imagem: National Geographic Brasil.

Muito antes de virar refrigerante, o guaraná já era cultivado pelas tribos amazônicas há séculos. 


Fonte da imagem: portuguese.

Hoje, seus maiores produtores são os índios sateré-mawé, do Médio Amazonas, que fabricam bastões com as sementes torradas, de onde é extraído o pó de guaraná.

PALMITO-JUÇARA


Fonte da imagem: National Geographic Brasil.

Palmeira nativa da Mata Atlântica, a juçara serviu por mais de meio século à indústria de palmito em conserva


Fonte da imagem: odairplantas.

Hoje é uma espécie ameaçada de extinção. No litoral norte de São Paulo, uma experiência dos índios guarani tem procurado mudar esse quadro.

PIRARUCU


Fonte da imagem: National Geographic Brasil.

Apesar do tamanho – pode pesar até 200 quilos –, o pirarucu tornou-se uma das principais vítimas da pesca predatória na Amazônia


Fonte da imagem: youtube.

Para reverter a situação, pescadores de Silves (AM) criaram uma das primeiras áreas de manejo sustentável deste peixe no país.

CASTANHA DE BARU


Fonte da imagem: National Geographic Brasil.

Pirenópolis, em Goiás, foi a pioneira na exploração comercial do fruto do baruzeiro, árvore do Cerrado que vem sofrendo com a expansão das lavouras de soja no Centro-Oeste. 


Fonte da imagem: cerratinga.

Sua castanha, quando torrada, tem sabor parecido ao do amendoim.

OSTRA DE CANANEIA


Fonte da imagem: National Geographic Brasil.

Nos manguezais do litoral sul paulista, uma comunidade quilombola sobrevive há três décadas da extração de ostras nativas. 


Fonte da imagem: norocore.

Por crescerem em água salobra, seu sabor é mais suave que as de Florianópolis, originárias do Pacífico.

BERBIGÃO


Fonte da imagem: National Geographic Brasil.

Das águas de Florianópolis vem boa parte do vôngole servido nos restaurantes italianos do país. 


Fonte da imagem: ribapeixe.

Lá, é chamado de berbigão e faz parte da dieta local desde a chegada dos açorianos. Hoje é fonte de renda para centenas de pescadores artesanais.

PINHÃO


Fonte da imagem: National Geographic Brasil.

Pela primeira vez, preservar uma araucária está sendo mais rentável do que derrubá-la. Sobretudo na Serra Catarinense, onde o pinhão conquistou valor comercial e hoje garante o sustento de dezenas de comunidades.


Fonte da imagem: mundohusqvarna.

ARROZ-VERMELHO

Fonte da imagem: National Geographic Brasil.

Ele foi o primeiro tipo de arroz consumido no Brasil. No século 18, começou a ser substituído pelo arroz branco, até praticamente desaparecer das mesas do país. 


Fonte da imagem: revistagloborural.

Seu último refúgio são três vales do sertão nordestino – dois na Paraíba, um no Rio Grande do Norte.

Fonte: National Geographic Brasil

INFELIZMENTE DAQUI A ALGUNS ANOS TALVEZ ALGUNS DESSES ALIMENTOS NÃO EXISTEM MAIS. MAS NÃO VAMOS PARA POR AQUI COM AS CURIOSIDADES, ABAIXO TEM MAIS, É SÓ CLICAR NOS TÍTULOS OU NAS IMAGENS PARA ACESSAR OS LINKS:

A Oxidação dos alimentos

 https://bio-orbis.blogspot.com.br/2016/02/a-oxidacao-dos-alimentos.html

 https://bio-orbis.blogspot.com.br/2014/11/os-10-melhores-alimentos-para-o-cerebro.html

 https://bio-orbis.blogspot.com.br/2015/04/aquecimento-global-ira-mudar-o-gosto.html

 https://bio-orbis.blogspot.com.br/2015/01/um-pouco-de-gordura-nao-mata-ninguem.html

E VENHA COM A GENTE NAS NOSSAS COLEÇÕES DO GOOGLE+, CLIQUEM NAS IMAGENS ABAIXO PARA ACESSAR OS LINKS:


 https://plus.google.com/collection/ARSoQB https://plus.google.com/collection/Q5LvSB

 https://plus.google.com/collection/IPFrQB https://plus.google.com/collection/slsfQB

 https://plus.google.com/collection/YLgT0https://plus.google.com/collection/o9fhQB

2 comentários:

  1. Matéria incrível. Temos que encontrar uma saída para preservação.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Com toda certeza Bete. Pois são alimentos deliciosos, imagina se forem extintos? Mas você mesma viu algumas causa desse risco de extinção, é bem difícil a preservação.

      Agradecemos pelo comentário, um grande abraço da Equipe BioOrbis.

      Excluir